Para quem não sabe, o autor do nome deste blog é o meu filho Miguel.
Ao deitar, na tentativa de fazer demorar um pouco mais a derradeira hora de sucumbir ao sono, ele dizia-me o quanto me amava. Eram tantos os algarismos que um dia decidiu arrematar por mil milhões. Amo-te mil milhões, mãe.
Ao deitar, na tentativa de fazer demorar um pouco mais a derradeira hora de sucumbir ao sono, ele dizia-me o quanto me amava. Eram tantos os algarismos que um dia decidiu arrematar por mil milhões. Amo-te mil milhões, mãe.
* da Zélia
Antes disso pensei em chamar o blog de Canção de Roda. Porque a imagem de um grupo de pessoas de mãos dadas a cantar e a dançar comove-me. Porque a canção de roda está a desaparecer entre as crianças. Porque Canção de Roda é, para mim, uma metáfora para a vida.
* da Rita Leal
Passado um ano de blog, mais coisa menos coisa, vejo-me dentro de um grupo de mulheres criativas e generosas que se ajudam entre si, que trocam experiências, que investem nos seus sonhos e objectivos e que, acima de tudo acreditam num mundo bom. É a tal Canção de Roda.
* da Diane
Aquela que costumava ser uma confissão íntima entre mãe e filho à hora de deitar, com a palavra que tanto custa dizer em português, depressa começou a andar de boca em boca entre a família mais próxima. A princípio o Miguel estranhou, eu estranhei, mas logo senti que era algo positivo. Há coisas, que mesmo que nos pareçam íntimas, podem e devem sair, deixando que tomem o seu rumo.
Estes belos presentes já deviam ter sido apresentados. Mas tal como na vida real, muitas vezes aquilo que não devemos adiar é o que mais espera. Não podia passar de hoje.
E já que falo na verdadeira felicidade que é participar neste círculo de artesãs que se apoiam mutuamente, vejam o que os nossos botões andam a fazer!
Um grande viva a estas e outras mulheres que não baixam braços e fazem do dia-a-dia algo simplesmente maior!