pedra-sabão

de volta da pedra

de volta da pedra

de volta da pedra

A pedra-sabão deve ser o material que mais gosto de trabalhar. Enquanto que no barro vamos acrescentando, na pedra vamos retirando. E ao retirar vamos descobrindo, como que se aquilo que procuramos já lá estivesse à nossa espera. É um trabalho infinito, quase. Quando pensamos que queremos ir por ali, logo a pedra nos mostra outro veio, outra possibilidade, outro mundo por desvendar.
Por falta de espaço, volto à pedra (-sabão) muito poucas vezes. Faz muito pó, tão fino e macio como o pó de talco. E em Portugal não a consigo encontrar. Alguém sabe onde a posso comprar?
Este fim-de-semana o M. voltou às suas esculturas e eu à minha. Claro que a da mãe era muito mais interessante. E enquanto lá brincávamos aos escultores, num silêncio tão intenso, tão compenetrado, pensei como seria bom se as escolas dessem esta (e outras) oportunidades aos nossos futuros adultos.

uma horta na varanda

hortelã

feijão-verde da varanda

Uma horta seria ideal mas por enquanto o que temos é uma varanda. A vontade era tanta que decidimos tentar: uns vasos, umas caixas de madeira, terra, água, sol e claro, amor.
Temos tomate, feijão-verde, alfaces, brócolos, morangos, alho, salsa, hortelã, oregãos e cebolinho.
Ver a comida crescer antes de ir parar ao prato é uma experiência fascinante - para miúdos e para graúdos.

da nossa pequena varanda


saldos de verão - parte I

mini-avental

mini-avental

mini-bolsa

mini-bolsa

mini-bolsa

mini-saco


As férias estão a chegar. Com elas quero ter tempo para brincar, cozinhar, lêr, passear - tudo em companhia do M., que está quase quase a acabar o seu segundo ano escolar.

Assim, e antes que a rotina diária mude por completo, decidi comemorar o fim desta época de muito trabalho com uma baixa de preços em algumas peças (ver aqui).

celebrar

celebrar

happy 42

Feliz 42!

das nossas mãos

jasmim

nascem plantas que se tranformam em flores

amoras

que se transformam em frutos

maçãs

que se transformam em alimento

jacarandá

crescem árvores que testemunham a vida de gerações

pedra humanizada

saiem as mais simples e bonitas marcas do território

de uma outra realidade

respirar

descansar

colher

Uns dias fora da rotina devolveu-nos o nosso ritmo natural.
Por enquanto, tal como aconteceu da última vez que voltei de um outro campo, ainda não consigo falar. Quero que este ritmo fique em mim.

da Feira da Estrela

Feira da Estrela

Feira da Estrela

Feira da Estrela

Feira da Estrela

Feira da Estrela

Uma nova experiência, uma nova etapa.
Assim o blogue sai à rua, dá a cara e fica a conhecer os seus receptores.
Ficar a conhecer quem por aqui costuma passar (a maioria silenciosamente) dá um ânimo diferente ao meu trabalho.
Ver os sorrisos que em frente às lebres se demoravam, tanto por homens como por mulheres - crianças da mais tenra à mais madura das idades - foi uma surpresa muito boa.
Obrigada a todos os que por lá passaram e aos que lá estiveram em pensamento.

areia e céu

os bonecos também precisam do seu espaço

banhos de sol

encostada ao céu

Foi à praia pensar.
Pensou, pensou até que se cansou.
Olhar as nuvens é muito melhor que pensar.

mais praia

praia

sessão fotográfica na praia

Chegou à praia cedo, ainda deserta.
A areia lisa como um lençol sabe-lhe a poema da manhã.
Inspirar a brisa. Ouvir o mar. Ouvir o universo.