As meloas crescem bem, devem estar prontas a comer daqui a poucos dias.
As couves são deliciosas, tão deliciosas que as temos que repartir com uns coelhos que ali vão à noite buscar a sua parte, nunca voltando à mesma couve mas sim procurando uma nova, por estrear.
A pereira promete e a grávida olha para ela com água na boca, bem como para o pessegueiro e as figueiras.
O tomate, doce, de casca mais grossa dos que se encontram nas lojas e que se come bem à mão como fruta que é, estragou-se de um dia para o outro sem percebermos a causa.
As cebolas, grandes, brancas e deliciosas vão sendo apanhadas aos poucos, conforme a necessidade.
Feijão-verde há muito, tanto que teve que ser fervido e congelado.
Para amadores que somos acho que não estamos mal. Ou será a terra, que em troca de pouco dá tanto?