acontece em Cascais

concerto Baltazar Molina em Cascais

curso de literatura em Cascais

Cascais está mais rico. Esta menina, que abriu aqui bem perto uma escola de yôga, tem trazido à nossa vila gente bonita com muito para partilhar.

Amanhã, dia 1 de Julho, concerto de Baltazar Molina (com oficina de Chai incluída).
Dias 2 e 9 de Julho, curso de literatura, com Rosa Azevedo.

Mais informações aqui.

Apareçam!



notícias da horta

notícias da horta

notícias da horta

notícias da horta

notícias da horta

notícias da horta

As meloas crescem bem, devem estar prontas a comer daqui a poucos dias.
As couves são deliciosas, tão deliciosas que as temos que repartir com uns coelhos que ali vão à noite buscar a sua parte, nunca voltando à mesma couve mas sim procurando uma nova, por estrear.
A pereira promete e a grávida olha para ela com água na boca, bem como para o pessegueiro e as figueiras.
O tomate, doce, de casca mais grossa dos que se encontram nas lojas e que se come bem à mão como fruta que é, estragou-se de um dia para o outro sem percebermos a causa.
As cebolas, grandes, brancas e deliciosas vão sendo apanhadas aos poucos, conforme a necessidade.
Feijão-verde há muito, tanto que teve que ser fervido e congelado.

Para amadores que somos acho que não estamos mal. Ou será a terra, que em troca de pouco dá tanto?

loja actualizada

de gansos e de lebres

A loja do blogue está a ser actualizada. A pensar principalmente nas leitoras portuguesas que não estão familiarizadas com a plataforma Etsy, vou publicando aqui também as peças que se encontram disponíveis no momento. Espero que gostem!


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missão cumprida

A manta ficou pronta a tempo. Na véspera, pela noite dentro e no próprio dia, pela tarde fora, o que interessa é que ficou pronta no dia do seu aniversário e que lhe foi entregue pelo filho, que ele tanto adora. Feita com camisas dele e minhas, gostava que esta manta ficasse na família por muitos e bons tempos.

por aqui

das camisas do pai

a casa cheira a bolo


Por aqui cheira a bolo e as camisas do pai ganham nova forma.
Está a chegar aquela altura do ano em que já deveria ter programado as férias para a família. Alguém tem uma sugestão?

dois anos depois

dois anos depois

dois anos depois

Obrigada a todos pela resposta calorosa ao último post. Há muito que se ponderava sobre o assunto cá em casa - hoje sei que não era preciso ponderar tanto, que a vida deve ser vivida vivendo-a, mas acho que sem esse tempo de maturação eu não estaria onde estou agora.
As primeiras semanas foram mais difíceis, não consegui encontrar forças em mim para continuar o meu ritmo de trabalho. Agora, quase a entrar no segundo trimestre, sinto o sangue a voltar a casa.
E agora, que tenho um ninho a construir, decidi retomar os trabalhos abandonados. Esta manta, que sem me aperceber ficou dois anos à espera, levou-me uma hora a acabar. Encontrou lugar no chão da sala, junto de muitos livros e jogos, por onde mãos e mentes curiosas costumam passar.


cá dentro

cá dentro

Cá dentro, um pequeno habitante. Não sei o que faz todo o dia, mas sinto que gosta de aqui estar. Um T0 por enquanto espaçoso, temperatura perfeita, ambiente calmo e comfortável - a melhor casa de todas.

E pensar que andamos a vida toda a tentar regressar a este estado.

na capoeira

na capoeira

na capoeira

na capoeira

na capoeira

na capoeira

na capoeira


Foi por acaso. E como eu adoro estes felizes acasos. O senhor chegou com as caixas para os ovos, perguntei se podíamos fotografar e quando dei por mim, o M. já o estava a ajudar. Fazia-se silêncio. Os ovos eram retirados às galinhas calmamente, com imenso respeito, quase sem palavras e com muitos sorrisos de pura alegria. Ainda quentes, os ovos eram produto de um trabalho muito parecido com o meu: lento, por amor, e sem ambições. Aquele senhor, que falava com as galinhas como se de netos se tratassem, encheu-me o coração.

na quinta

na quinta


na quinta

na quinta





Umas horas antes de apanharmos o avião de regresso ainda passeávamos numa quinta ecológica por ali perto, a Genneper Hoeve. De porta aberta, a quinta funciona normalmente, para quem quiser ver. E porque não? Não se trata de uma quinta pedagógica mas sim de uma quinta real, onde é possível adquirir produtos frescos, de responsabilidade ecológica.
O melhor de tudo, o ponto alto da visita, foi por mero acaso podermos ajudar no galinheiro. Mas isso mostro mais tarde.


na quinta